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A privilegiada região do Vale do Histórico é cercada pelo patrimônio mundial da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura): Parque Nacional Serra da Bocaina e a belíssima Serra da Mantiqueira. Percorrer por esse território é uma oportunidade de se integrar com a história e cultura local. Conhecer as cidades que compõem essa rica região como Silveiras, Queluz, São José do Barreiro, Arapeí, Bananal, Cunha e Engenheiros Passos é revisitar a era do café contada por casarões e fazendas antigas, participar de festas religiosas transbordantes em manifestações tradicionais e, se energizar em nossos rios e cachoeiras.


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O Vale Histórico também detém muitos aspectos favoráveis para o seu desenvolvimento, destacando os seus patrimônios, sejam eles naturais, materiais e imateriais. Temos a Serra da Bocaina, recentemente elevada a Patrimônio Mundial, a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira. Encontramos o conjunto arquitetônico em taipa de pilão e também os exemplares vernaculares, como casas de pau-a-pique, que podem ser explorados do ponto de vista discursivo, já que revelam peculiaridades da região. Além das diversas manifestações tradicionais como saberes, culinária, procedimentos construtivos, festividades e modos de trabalho.








Na década de 70, surge nos municípios de Cunha, Bananal e Silveiras uma produção organizada de arte e artesanato popular que foi implantada por indivíduos interessados em trazer, através do ensino das novas técnicas, uma melhoria de vida para a população local que sofria a falta de trabalho digno e justo.

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Em Bananal, no início da década de 1970, Dona Laurinha resgata as técnicas de produção de crochet e incentiva os moradores do município a produzir também. Em Silveiras, a produção de pássaros de madeira, implantada a partir de 1976, pelos artesãos Denise e João Camillo muda o cenário da pequena cidade. Em Cunha, o processo começa em 1975, quando a japonesa Mieko Ukeseki Konishi e o português Alberto Cidraes chegaram à cidade em busca de um local para trabalhar. Conhecer os ateliers de produção de cerâmica de Cunha é viver uma experiência com o sabor da arte. No seu passeio visite Silveiras, hoje conhecida como a “cidade dos passarinhos de madeira” com destaque para o atelier Entre no Paraiso, local onde nasceu este oficio.






A APEAR tem a complexa tarefa de fazer a interlocução entre o passado, o presente e o futuro, criando estratégias que empreguem pontos positivos de outrora às necessidades atuais do Vale Histórico. Como um arado na lavoura que quebra o torrão de terra para trazer à tona o solo fértil para a superfície. Somente revirando a terra e conectando passado e presente é que a semeadura será bem sucedida, garantindo uma colheita próspera e abundante. Um vasto campo de possibilidades se abre frente à Associação, visando explorar as peculiaridades de cada associado e assim, promover uma imagem e um discurso consolidado da macrorregião.

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